Qual é o tempo da alegria?
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Escrever.
Eu já escrevi tão mais.
Eu já fui tão melhor.
Não, nunca fui boa.
Mas já fui melhor.
Melhor tudo.
Melhor amiga.
Melhor namorada.
Melhor filha.
Melhor pessoa.
Não sei o que me fez trazer À tona esse monstro vivente em mim que passou a não Ter mais paciência com pessoas, a não Ter mais tolerância, a não Ter mais amor.
Não sei de onde veio esse orgulho em dizer “detesto pessoas”.
Mas não quero mais isso.
Quero amar.
Quero voltar a ser quem eu era.
Quero ver beleza no mundo.
Beleza nas coisas.
Beleza nas pessoas.
Quero ser amiga.
Quero dar atenção.
Quero ser boa.
Ser do bem.
Ser amor.
Ser eu.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Eu tenho medo da felicidade e não acredito muito mais nela. Digo essa felicidade esfuziante. Veja bem, eu a sinto. Eu estou sentindo essa felicidade nesse exato momento. Quando eu digo que não acredito mais nela, eu só estou querendo dizer que não acredito que ela dure por muito tempo. E isso me dá medo. Sabe? Porque ela é viciante. Porque uma vez que você a sente, você não quer deixar de sentir nunca mais. E, dependendo da sua maturidade emocional, idade, experiencia de vida, etc, vc realmente ACREDITA que você não vai deixar de sentir isso nunca. Que vai ser pra sempre. Não é. Não é. Mas ainda assim eu gosto de sentir. Ainda assim eu prefiro sentir. O meu medo na verdade é só o de me deixar viciar. Me deixar virar uma dependente. É um grande risco. Um sério risco. Eu só tenho que me manter o tempo todo focada. Com os pés no chão. Sentindo essa felicidade, mas sabendo que ela é um vento selvagem que a qualquer momento pode ir embora e me deixar no clima seco da realidade.
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